quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Foto da entrevista sobre vinil dada a Juliana Ferreira da UniCeub - Brasília. Na postagem abaixo, a íntegra da entrevista
Entrevista no site Livrevista, por Camila Fernandes
Joaquim,
Muito obrigada pelo texto.
Gostaria de falar que a edição da Livrevista que contém a matéria sobre Discos de Vinil está no ar desde quarta-feira.
Você pode acessar através dos links abaixo:
http://www.livrevista.com/ article.php?id=758
http://www.livrevista.com/ article.php?id=759
Muito Obrigada,
Camila Fernandes.
Enquanto os músicos tentam conquistar mais fãs disponibilizando seus álbuns para a venda em mp3, alguns apreciadores de música seguem no sentido oposto cultivando sua coleção de discos de vinil. A reativação da fábrica em Belford Roxo dá um novo gás a esse público.
A reativação da fábrica brasileira de discos de vinil Polysom pode colaborar com esses audiófilos. A fábrica, que fica em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, estava parada desde outubro de 2008 e voltou à atividade no início deste ano ao ser comprada pelo presidente da gravadora independente DeckDisco, João Antônio. A fábrica está sendo reformada desde maio e, as etapas da reforma podem ser acompanhadas através de sua página no Twitter. O papel que a reativação da Polysom vai ter nessa “nova onda” do vinil divide opiniões.
Acervo Joaquim Cutrim

Joaquim Cutrim é um dos fanáticos que ainda persistem
O advogado colecionador de discos de vinil Joaquim Cutrim, que possui cerca de 700 discos, acredita que João Antonio se dedicará a reforçar a volta do vinil, mas não vê os discos se tornarem popular novamente. “De início, não somente colecionadores, como aqueles pertencentes à classe média e alta, além de muitos cantores, serão os principais fregueses da volta do vinil.”. Ele explica que para aproveitar a qualidade do som que o vinil oferece são necessários amor à música e um bom toca-disco. O colecionador afirma também que o vinil “será uma opção mais cara por fidelidade, qualidade fotográfica e durabilidade indeterminada.”
O publicitário editor do blog Collector’s Room Ricardo Seelig acha que a atuação da Polysom no retorno do vinil vai depender dos títulos que serão relançados. “Se fizerem como a Sony, que relançou alguns LPs a 80 reais em álbuns que são encontrados, com extrema facilidade, a um real em sebos, a coisa fica realmente difícil.” A qualidade dos discos é outro fator determinante. Com o surgimento do CD, Ricardo se desfez dos quase dois mil discos de vinil que possuía, tendo substituído quase totalmente sua antiga coleção por versões em CD.
Acervo César Guisser: César Guisser, um dos organizadores da Feira
A principal forma de aquisição dos discos no Brasil é através de sebos, e feiras de antiguidade ou especializadas em Discos de Vinil, como a Feira Livre do Vinil, que acontece desde 2004 em Santo André com freqüência mensal. Sobre o que leva um colecionador a vender seus discos, Pedro Provazzi, um dos organizadores da Feira, cita que “Muitos não têm mais o equipamento para tocar, ou ele está quebrado, geralmente nós estimulamos e informamos um local para conserto, ou há vendas quando os discos eram de alguém que faleceu.” De acordo com César Guisser, que também organiza a Feira, os colecionadores de discos que põem parte de sua coleção a venda têm álbuns repetidos, não têm mais espaço em casa, ou precisam de dinheiro.
Muito obrigada pelo texto.
Gostaria de falar que a edição da Livrevista que contém a matéria sobre Discos de Vinil está no ar desde quarta-feira.
Você pode acessar através dos links abaixo:
http://www.livrevista.com/
http://www.livrevista.com/
Muito Obrigada,
Camila Fernandes.
O retorno do vinil
Reativação de fábrica brasileira de discos vinil levanta discussões sobre o sucesso entre colecionadores |
Camila Fernandes
Enquanto os músicos tentam conquistar mais fãs disponibilizando seus álbuns para a venda em mp3, alguns apreciadores de música seguem no sentido oposto cultivando sua coleção de discos de vinil. A reativação da fábrica em Belford Roxo dá um novo gás a esse público.
A reativação da fábrica brasileira de discos de vinil Polysom pode colaborar com esses audiófilos. A fábrica, que fica em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, estava parada desde outubro de 2008 e voltou à atividade no início deste ano ao ser comprada pelo presidente da gravadora independente DeckDisco, João Antônio. A fábrica está sendo reformada desde maio e, as etapas da reforma podem ser acompanhadas através de sua página no Twitter. O papel que a reativação da Polysom vai ter nessa “nova onda” do vinil divide opiniões.
Acervo Joaquim Cutrim

Joaquim Cutrim é um dos fanáticos que ainda persistem
O advogado colecionador de discos de vinil Joaquim Cutrim, que possui cerca de 700 discos, acredita que João Antonio se dedicará a reforçar a volta do vinil, mas não vê os discos se tornarem popular novamente. “De início, não somente colecionadores, como aqueles pertencentes à classe média e alta, além de muitos cantores, serão os principais fregueses da volta do vinil.”. Ele explica que para aproveitar a qualidade do som que o vinil oferece são necessários amor à música e um bom toca-disco. O colecionador afirma também que o vinil “será uma opção mais cara por fidelidade, qualidade fotográfica e durabilidade indeterminada.”
O publicitário editor do blog Collector’s Room Ricardo Seelig acha que a atuação da Polysom no retorno do vinil vai depender dos títulos que serão relançados. “Se fizerem como a Sony, que relançou alguns LPs a 80 reais em álbuns que são encontrados, com extrema facilidade, a um real em sebos, a coisa fica realmente difícil.” A qualidade dos discos é outro fator determinante. Com o surgimento do CD, Ricardo se desfez dos quase dois mil discos de vinil que possuía, tendo substituído quase totalmente sua antiga coleção por versões em CD.
Acervo César Guisser: César Guisser, um dos organizadores da Feira
A principal forma de aquisição dos discos no Brasil é através de sebos, e feiras de antiguidade ou especializadas em Discos de Vinil, como a Feira Livre do Vinil, que acontece desde 2004 em Santo André com freqüência mensal. Sobre o que leva um colecionador a vender seus discos, Pedro Provazzi, um dos organizadores da Feira, cita que “Muitos não têm mais o equipamento para tocar, ou ele está quebrado, geralmente nós estimulamos e informamos um local para conserto, ou há vendas quando os discos eram de alguém que faleceu.” De acordo com César Guisser, que também organiza a Feira, os colecionadores de discos que põem parte de sua coleção a venda têm álbuns repetidos, não têm mais espaço em casa, ou precisam de dinheiro.
Reportagem dada a Laís Novo, Santa Catarina - http://migre.me/9cVQ
A matéria também encontra-se neste site:
quarta-feira, 8 de abril de 2009
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